Ser Professor do 1.º Ciclo

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Restrições: como ultrapassá-las?

Ao longo do estágio estamos inseridos em comunidades escolares seleccionadas pela Universidade e são raras as vezes que, para fazer aquela ou esta actividade, olhamos a custos financeiros e humanos. O importante, muitas vezes, é conseguir concretizar algo de divertido, significativo e diferente.

Quando nos deparamos com contextos onde não podemos fazer o mesmo por restrições financeiras, por limitações dos colegas ou por demais factores, tal pode criar em nós um pequeno sentimento de insatisfação que, com o passar do tempo e com o acumular de situações pode alimentar uma frustração que nos corrói.

E tu já experimentaste esta sensação? O que fizeste para a minimizar ou atenuar?


Ana Tavares e Luciana Ferreira

Bom Carnaval!

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Processos metodológicos utilizados na formação inicial (e neste blog!) e o perfil profissional do professor do 1CEB

Agora que vamos começar a nova fase de entrevistas (é já amanhã) uma última postagem sobre a formação inicial de uma série de postagens que me propus fazer (se vier a propósito e se assim entenderem, ainda assim a formação inicial pode continuar a ser objecto das nossas reflexões). Trata-se de uma análise que tenta, tendo em conta um processo de moderação que estou a fazer, estabelecer uma ponte com o período de iniciação/indução profissional, que será alvo de nossa atenção especial a partir desta segunda entrevista.

A questão dos processos metodológicos utilizados na formação inicial já foi alvo das nossas reflexões nas entrevistas e até no blog. Mas agora queria correlacioná-la com os processos de construção do conhecimento profissional, ou seja, com o caminho que leva um formando, através de processos de formação, de aluno a professor, com a construção de competências que configuram o perfil profissional do professor do 1.º ciclo do Ensino Básico, numa perspectiva de um profissional reflexivo, investigador, colaborador, aberto à mudança, flexível, autónomo. Diga-se que este é um perfil de professor assumido por todos e reconhecidamente atribuído, em grande medida, aos méritos da formação inicial do IEC.

Tenho que fazer, agora, um preâmbulo para dizer que o andamento do blog me suscitou algumas dúvidas, tanto do ponto de vista da minha moderação como da vossa participação (regularidade e conteúdo). Certamente verificaram isso através de alguns dos meus comentários neste blog, como nos próprios e-mails que tenho enviado, como forma de moderar e dinamizar a vossa participação. Não se trata de menosprezar o que temos, nem de exaltar o que não existe; apenas e tão só de proceder a uma análise que permita uma melhoria das dinâmicas aqui desenvolvidas, bem como da procura de alternativas que ajudem a tornar o blog num instrumento de partilha de experiências e de reflexão sobre o processo de construção do conhecimento profissional na formação inicial e no período de indução profissional, sobretudo, através da vossa voz. Neste trabalho tenho que agradecer, publicamente, à Dra. Altina Ramos e à Dra. Isabel Candeias, pessoas que conhecem muito bem. Devo acrescentar que, especificamente, esta postagem é o culminar de um processo que resulta dessa (meta)reflexão e de algumas apropriações que faço das suas palavras (em especial, aos últimos mails que troquei com a Dra. Isabel).

Bem, voltando ao propósito inicial (nunca faço isto sem dizer muitas palavras!). Queria-vos confrontar com aquilo que apelido de uma dupla incongruência (é uma provocação) para as quais gostava de ter as vossas perspectivas:

– É possível formar um professor com o perfil que caracterizei por processos tradicionais, que em muitos casos identificaram, como expositivo, rotineiro, reprodutor, teórico, …? Como foi possível a uma formação inicial desenvolver tão bom trabalho por práticas tradicionais (também seria preciso definir bem esta concepção de tradicional)?
– É possível dizer-se que a formação inicial desenvolveu essas competências e depois verificamos, até pelo blog, que acabam por ter muitas dificuldades nos contextos escolares?

Podemos estabelecer aqui raciocínios dicotómicos ou maniqueístas, onde nós somos muito bons e os contextos escolares são muito maus? Não pode, não deve haver aqui pontos de convergência, necessariamente em benefício da educação das crianças? Não será esse um dos vossos desígnios e o elogio maior que se pode fazer à formação inicial?

É isto; espero que seja isto, pois de tantas voltas que dei ao texto, já não sei bem se era isto… Perceberam? Se não for aqui, espero que se lembrem disto durante a entrevista.

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

O papel das Práticas Pedagógicas na formação inicial: as relações entre teoria e prática.

Ao contrário do costume vou ver se sou capaz de fazer um texto com poucas palavras. O assunto – Práticas Pedagógicas (PP) da vossa formação inicial – pode suscitar muitas palavras, mas deixo isso para vocês (na medida do possível...).

Então, ficam aqui algumas ideias que recolhi (não é exaustivo, podem acrescentar outras) e que podem suscitar a vossa reflexão:

– Concentrar a actividade da PP do 1.º e 2.º ano da licenciatura num período de tempo menor;

– Antecipar o processo de imersão e intervenção progressiva nas escolas e nas turmas, desenvolvido na PP, no sentido de uma maior consciencialização da profissão e de elevar os níveis de autoconfiança nas possibilidades de cada formando;

– Desenvolvimento das didácticas específicas a partir de situações concretas observadas na PP, procurando orientar a intervenção nas escolas;

– Tornar a PP num espaço de formação transversal e integrada para a contextualização da teoria desenvolvida nas diferentes disciplinas, numa perspectiva de aplicação de uma metodologia de resolução de problemas e de um PCI de formação de professores;

– Todos os alunos pudessem experienciar, no âmbito da PP, contextos de todos os anos de escolaridade;

– Formação de uma equipa de professores de PP só com funções de supervisão/orientação que trabalhasse em maior articulação com os professores cooperantes, proporcionando-se um acompanhamento mais próximo e constante aos grupos de estágio;

– Apesar do trabalho de grupo ter sido fundamental ao longo de todo o processo de formação, a componente individual deveria ser um pouco mais explorada e alargada, essencialmente ao longo da Prática Pedagógica IV, de modo a tornar o futuro professor mais confiante e mais independente na sua capacidade de acção, atendendo até aos contextos profissionais que se encontram;

– O relevo das relações de identidade e de colaboração entre a Prática Pedagógica, o Desenvolvimento Curricular e, posteriormente, o Seminário, pois foram estas disciplinas que proporcionaram uma nova visão do Ensino Básico do 1.º Ciclo, nomeadamente através da construção do Projecto Curricular Integrado;

– A importância de estarmos perante uma PP integrada e ao longo do curso e, sobretudo, nos últimos dois anos, uma vez que permitiu pôr em prática muitos aspectos trabalhados teoricamente noutras disciplinas, através de uma observação crítica e uma acção reflexiva;

– A necessidade de, desde cedo, os formandos terem uma consciência explícita do caminho a percorrer ao longo da PP e das próprias didácticas, no sentido da tomada de consciência crítica sobre a plano de formação e sobre a sua abrangência e pertinência.

sábado, fevereiro 11, 2006

O Projecto Curricular Integrado como dispositivo de formação e de aprendizagem escolar.

Nota preliminar: Esta postagem vai ser longa, mas resume-se à vontade de despoletar significados assimilados, enquanto alunos da formação inicial do IEC, sobre o Projecto Curricular Integrado. Todo o texto pretende ter uma função estimuladora de alguns desses significados.

Um dos aspectos a que dei relevo nas entrevistas foi a aprendizagem sobre a construção, desenvolvimento e avaliação do Projecto Curricular Integrado (PCI) na formação inicial, até pela importância que assume como instrumento de síntese e regulação/gestão do trabalho curricular e pedagógico dos professores, uma vez que se trata também de um documento previsto pela Reorganização Curricular do Ensino Básico.

Pretendo, agora, fazer evidenciar e trazer à discussão/reflexão algumas das linhas desenvolvidas nas entrevistas e nos registos escritos sobre o PCI, utilizando para isso três excertos deste último dispositivo metodológico de recolha de dados, e que foram produzidos a seguir às entrevistas, conforme estava previsto.

“A metodologia de projecto levou-nos a construir um modelo profissional que permite uma atenção aos interesses e necessidades individuais, sociais e escolares, dando a ideia de um currículo negociado e não imposto aos alunos. Leva o aluno a investigar problemas com que se vai deparando, torna possível a globalização do conhecimento escolar, aumenta os níveis de motivação e de satisfação dos alunos levando-os a adquirir atitudes positivas face a si e aos outros. Possibilita também a flexibilização do currículo, em que o professor tem o papel de construtor de um currículo adequado ao aluno. Deste modo, o aluno tem oportunidade de construir o próprio conhecimento, de comparar os seus saberes com aqueles que são considerados desejáveis socialmente, reestruturando o seu conhecimento. Este tipo de projecto procura também uma integração de todas as áreas, uma articulação entre elas, e uma abertura ao meio, à sua participação e cooperação com a escola” (Andreia Lusquinhos).

“Não podia deixar de referir a importância da Prática Pedagógica e do Desenvolvimento Curricular, pois foram estas disciplinas que nos proporcionaram uma nova visão do Ensino Básico do 1.º Ciclo, nomeadamente através da construção de um Projecto Curricular Integrado (…)
No entanto, e mais importante que tudo isto, a noção de Projecto Curricular Integrado deveria, no meu ponto de vista, ser implementada na licenciatura, promovendo articulação e atribuindo significatividade a algumas disciplinas” (Beatriz Costa).

“O trabalho que me foi exigido, essencialmente nas disciplinas de Prática Pedagógica III, IV, de Desenvolvimento Curricular e de Seminário, também desempenhou um papel importante na construção do meu perfil profissional. Com a crescente capacidade de ir construindo, de forma crítica e reflexiva, projectos curriculares fui-me apercebendo que o ensino não pode ser “ministrado por doses”, isto é, os conteúdos não devem surgir de forma compartimentada. É importante que o processo de ensino-aprendizagem proporcione ao aluno a possibilidade de atribuir um sentido próprio às aprendizagens que efectua. Aprender faz sentido quando o aluno é capaz de mobilizar os seus conhecimentos em situações concretas e sente a necessidade de aprender determinados conteúdos. Assim, considero que os princípios para a construção do currículo (articulação, relevância, adequação, abertura), quando tomados em linha de conta, permitem o verdadeiro trabalho em projecto” (Paula Ribeiro).

A análise que gostaria que fizessem não se centra exclusivamente na definição, compreensão e utilização do PCI, tal como foi trabalhado no Desenvolvimento Curricular e nas Práticas Pedagógicas, o que só por si pode trazer um largo espectro de conteúdos de discussão e reflexão (podem fazê-lo, se acharem pertinente). Gostaria que fossemos um pouco mais longe, fazendo um repto à emergência dos significados que o PCI suscita em vós, quando pensam na vossa formação inicial. Mais especificamente, como explicam o sentido do título desta postagem: “O Projecto Curricular Integrado como dispositivo de formação e de aprendizagem escolar”.

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Olá a todos! Gostava de aproveitar esta oportunidade de conversar com colegas de profissão para expor as minhas preocupações e, se possível, receber as vossas opiniões.

Este é o primeiro ano que trabalho com uma turma e estou a leccionar o 1.º ano de escolaridade. Esta turma é bastante heterogénea, tendo 8 crianças que precisam de acompanhamento individualizado. Por vezes sinto-me perdida e sem saber se estou a trabalhar da melhor forma!
Já dialoguei com os encarregados de educação mas tenho a impressão que alguns pais pensam que a escola tem o dever de os ensinar, e o infantário de os educar e alimentar. Qual é o papel dos pais?
Um dos alunos apenas sabe as vogais e, de acordo com a lei, não pode ser retido, logo, não lhe posso fazer um plano de recuperação porque não tem direito a apoio e transitará para o 2.º ano. Não seria mais benéfico integrar novamente uma turma de 1.º ano e tentar acompanhá-los?
Se se mantiver na mesma turma será que esse aluno não se irá sentir diferente dos colegas, pois terá um manual de 1.º ano?
O que posso fazer para que os pais percebam que ele precisa de apoio?

Tornar-se professor

Olá a todas e todos - professores aprendizes e ao mesmo tempo professores de corpo inteiro! Fiquei muito orgulhosa e emocionada com as vossas “postagens”, em que transparecem ideias, sentimentos, questões e propostas através das quais me revejo, enquanto formadora que vos ajudou a construir essa vossa identidade tão claramente assumida.
Perante as dúvidas do Prof. Carlos sobre a dinâmica e o interesse deste blog, como observadora atenta e com algum grau de distanciamento, quero vos dizer que esta é uma iniciativa única e especial neste campo da indução profissional, tão pouco conhecido, e por isso, pode revelar-se um contributo maravilhoso para conhecermos melhor este processo, ao mesmo tempo que se constitui por si mesmo num dispositivo formativo para os participantes, permitindo, também, romper o isolamento com que esta fase da vida profissional é vivida entre nós pelos professores.
Por isso, quero dar a todos o meu estímulo para participar de forma sincera e reflexiva, pensando que talvez um dia este blog possa ser um incentivo para a institucionalização em Portugal do apoio aos processos de indução profissional, como já acontece noutras profissões e na maior parte dos países da comunidade europeia.
Um grande abraço amigo.

Luisa Alonso

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Formação inicial...

As questões que levantou são bastante pertinentes.
Na minha opinião, apesar de considerar que houve uma falta de preparação ao nível de certas didácticas, também julgo que nem tudo pode ser abordado e trabalhado na formação inicial.
Por exemplo, a nível da Língua Materna forneceram-nos materiais acerca dos vários métodos de ensino mas, infelizmente, não tivemos a oportunidade de observar e/ou aplicar esses métodos. Por isso é que eu considerei, no meu relatório, que essa disciplina deveria ser anual. Talvez assim tivessemos a oportunidade de o fazer.
Da mesma maneira, houve muitos conteúdos a nível da matemática que não foram abordados, nomeadamente aspectos da geometria...
Um outro aspecto que eu quero ressalvar é o facto de considerar que a Psicologia deveria estar relacionada com todas as didácticas, assim como estas deveriam estar relacionadas com as disciplinas de carácter mais teórico, para que a aprendizagem fosse significativa e funcional. Exemplo desta situação surge, visivelmente, na Didáctica da Leitura e da Escrita. Nesta disciplina, aprendemos os diversos métodos de iniciação à leitura "a seco" e ensinaram-nos o seu funcionamento geral, de uma forma muito superficial. Quando a abordagem aos métodos terminou referiram que a escolha de um método em detrimento de outro deve surgir de acordo com as características das crianças, apontando, somente, vantagens e desvantagens de utilização dos mesmos. Que caracterísiticas são essas?!Na minha opinião, é aqui que a INTEGRAÇÃO da Psicologia com as Didácticas deve surgir, como forma de verificar quais as características do aluno que podem potenciar a utilização de um determinado método.

No entanto, como o IEC nos preparou para sermos professores activos, investigadores e inovadores, essas "pequenas faltas" podem ser suprimidas.
Por outro lado, os materiais, as ideias, a partilha de experiências que foram feitas ao longo do curso, em algumas disciplinas, permitem-nos, perante um problema, saber como actuar para o superar. (Mas podemos sempre regressar ao IEC e tirar as dúvidas junto dos docentes. Este é um aspcto que eu considero muito positivo)

Gostava de dar um exemplo concreto. Na minha turma tenho um aluno marroquino e, pelo que me apercebi, este aluno talvez aprendesse melhor pelo método global, dado que ele não conhece a Língua Portuguesa. No entanto, como é a primeira vez que estou a leccionar e como não conheço muito bem esse método, preferi trabalhar da forma que me sinto mais segura. Talvez quando perceber bem o método o aplique, se considerar mais benéfico.

Em suma, creio que poderia ser mais proveitoso para os fomandos se se apostasse mais no conteúdo das didácticas, isto é, na abordagem dos temas que vamos trabalhar com os alunos.

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Ciências da especialidade: as didácticas.

Olá a todos.

No âmbito da dinamização que me propus fazer deste blog, e no seguimento da análise preliminar que faço das entrevistas e dos relatórios escritos sobre a formação inicial, queria agora lançar outra questão para debate, que deixo à consideração das pessoas que entenderem emitir uma opinião, e que possa acrescentar algo mais, para além daquilo que já foi dito a propósito.

Quando olhamos para a formação inicial de professores pensamos nas componentes que a constituem e que lhe dão corpo: as Ciências da Educação, as Ciências da Especialidade e a componente da Prática Pedagógica. A questão que queria tratar diz respeito às didácticas específicas, no âmbito do trabalho pedagógico que os professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico desenvolvem junto das crianças, promovendo aprendizagens, que queremos sejam significativas, activas, motivadoras, diversificadas, integradas, socializadoras, funcionais.

Este tema vem a propósito da postagem anterior, onde a formação inicial do IEC é vista de uma forma muito positiva. Apesar da participação nessa postagem não ter sido muito concorrida, verifico pelas entrevistas, pelos relatórios que já tenho na minha posse e pelos comentários deste blog, haver uma apreciação global à formação inicial muito favorável.
Ainda assim, há aspectos que fazem questão de relevar como sendo necessários alterar ou melhorar. Um desses aspectos diz respeito a algo que valorizam como muito relevante para o desempenho profissional e que a formação inicial nem sempre tratou da melhor maneira: as didácticas das diferentes áreas curriculares do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Apontam até o trabalho ao nível das ciências da especialidade, e das suas didácticas, como aquele onde a formação acabou por ser mais deficitária. Especificam, sobretudo, a preparação pouco cuidada ou mesma a falta de preparação para as questões da iniciação da leitura e da escrita, pois consideram este trabalho como fundamental para a vossa actividade prática.

Daqui posso inferir algumas questões:
– Não é contraditório este juízo de valor favorável sobre a formação inicial com a importância atribuída às didácticas e a relativa falta de preparação ao nível dessas didácticas, que afirmam ter acontecido durante a formação?
– É verdade transparecer um sentimento de algum desapontamento pela falta de relacionamento entre esta componente das didácticas e as outras componentes da formação, no sentido de fazer a ponte entre os aspectos teóricos e práticos, a partir da própria prática pedagógica?
– Que tipo de trabalho, então, gostariam de ter visto na formação inicial para dar respostas a essas vossas preocupações?
– Que alterações curriculares, organizativas ou outras seria necessário fazer para melhorar este aspecto da formação?

São muitas questões, são muitas dúvidas. Se quiserem, centrem-se apenas nalguns aspectos que queiram realçar sobre o assunto desta postagem: a pertinência/qualidade das didácticas específicas (de todas as áreas) na formação inicial dos professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (em concreto, na vossa formação). As questões servem para provocar a reflexão; se não ajudarem, sigam antes os vossos indícios acerca desta temática.

Aguardo os vossos comentários.